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01. Página Inicial02.
Sumário 03.
Problemas 05.
A Reforma Social 06.
A Reforma Fiscal 07.
Transição do Sistema Atual para REX 08.
Detalhes do REX 09.
[O
Câmbio] 11.
Reforma da Saúde 14.
Reforma Política 18.
Implantação 19. Desdobramentos 21. Artigos 22. Campanha 23. Contato |
O Câmbio de Moeda
Estrangeira (Obs.)(Obs.) (Versão 8/6/2011 10:21) PRÉ-REQUISITOS Para bem compreender como
funcionarão os mecanismos de conversão de moedas estrangeiras, é preciso
familiarizar-se com as reformas monetária e social. Se você já cumpriu este pré-requisito,
pode pular para o parágrafo INTRODUÇÃO mais abaixo. Se não, continue lendo.
Segue-se um breve resumo dos pontos essenciais. Reforma MonetáriaÉ a ideia mãe de toda a Proposta
Brasil Zero km. Substitui o dinheiro vivo por um Registro Eletrônico de
Transações (o REX). Cada pessoa (física ou jurídica) terá uma conta-corrente
(a c/c REX) onde guardará seu dinheiro virtual. A conta poderá ser
movimentada através de cheques, cartões, Internet, telefones, etc. Reforma SocialGraças a ela TODOS os brasileiros poderão contar com
uma renda mensal mínima de R$ 500,00 (ou quantia equivalente, desde que
suficiente para cobrir os gastos individuais com alimentação,
vestuário, habitação, saúde e educação).
INTRODUÇÃO
Hoje
em dia o dólar é uma mercadoria como qualquer outra: se abundante, o preço
cai; se escassa, o preço sobe. Como a quantidade de dólares em poder do Banco
Central é pequena (se comparada com a quantidade disponível no mundo),
especuladores conseguem manipular o valor da cotação, causando fortes altas e
baixas. Estas flutuações prejudicam as empresas brasileiras que dependem de
importação ou exportação. Quando o dólar sobe demais os exportadores ganham,
mas os importadores perdem. Quando a cotação cai, os importadores são
favorecidos, mas os exportadores amargam prejuízos. Em ambos os casos ocorrem
fechamento de empresas, demissão de funcionários e tensão social. Para
atenuar estes problemas o Banco Central intervém no mercado, comprando ou
vendendo milhões de dólares. Se o
dólar está em alta, o BaCen vende; quando acabam seus estoques, toma
emprestado ao FMI, pagando juros e submetendo-se às exigências de um agente
internacional, o que fere a soberania do país. Se o dólar está em baixa, o
BaCen compra; e como não tem dinheiro para tanto, toma emprestado no mercado
interno, pagando os juros mais altos do mundo: um excelente negócio para os
bancos, um mau negócio para a sociedade. Se
fosse possível manter estável a cotação do dólar, tanto importadores quanto
exportadores poderiam planejar com segurança seus negócios, aumentando a
competitividade dos produtos exportados e reduzindo os custos das
importações. Nossa
proposta para o câmbio está baseada nos seguintes princípios: 1
– Os dólares estocados no Banco Central (ME)
pertencem ao Povo Brasileiro (Sociedade), e não ao Governo ou ao Banco
Central. 2
– A cotação ideal (KI) será a relação entre
o meio circulante (MC) virtual e o estoque
do Banco Central (KI = MC / ME). A ideia é que, se todos os brasileiros decidirem abandonar o país, haverá dólares para todos – a preço estável. Embora isso pareça desnecessário (por ser improvável que venha a acontecer), permite acabar com as flutuações da cotação e com os prejuízos advindos das intervenções do Banco Central. A gangorra do câmbio, assim como das Bolsas de Valores, é fortemente influenciada pela emoção (desejo de ganho e receio de perda). TRANSIÇÃO
Vamos usar o mesmo exemplo
numérico apresentado na página Transição do
Sistema Atual para REX. Supomos que, na madrugada em que se fará a
conversão de virtuais para reais, a situação é a seguinte: ● a cotação do dólar é 2,00, ● os meios de pagamento (moeda simbólica + moeda
escritural) totalizam 200 bilhões de reais e ● há 180 bilhões de dólares no Banco Central. Um turista A que troque US$ 1.000,00 imediatamente antes da conversão
receberá V$ 2.000,00. Logo após a conversão o
meio circulante virtual terá sido ajustado para 240 bilhões (porque o Governo
recebeu 20 bilhões e as contas C, outros 20 bilhões). De acordo com os
princípios acima estabelecidos a cotação ideal passará a ser KI = MC /
ME = 240 / 180 = 1,33
Então outro turista B, que troque
US$ 1.000,00 logo depois da conversão,
receberia apenas R$ 1.330,00. Isso, além de ser injusto, configura uma variação
brusca na cotação, o que queremos evitar. Criamos então a cotação oficial (K) cujo valor é, exatamente, o mesmo que antes da
conversão (2,00). Só que não convém manter esta cotação indefinidamente
estável, porque a quantidade de reais em circulação aumentará diariamente, à
medida que os Impostos e a Contribuição Social são transferidos do abono para
o meio circulante. Supondo (para simplificar)
que não haja variação no estoque do Banco Central, e que ao final de 7 anos
(2555 dias) todo o abono tenha sido convertido em reais, a cotação ideal
deveria passar a ser KI = MC / ME = 11.880 bilhões / 180 bilhões = 66,00 A variação
diária da cotação oficial seria então (66,00 – 2,00) / 2555 = 0,025 reais por dia Então, no dia seguinte à
conversão, a cotação oficial aumentará de 2,00 para 2,025; e no próximo dia,
para 2,05, e assim por diante. A cotação oficial só deverá ser igual à cotação ideal a partir do dia em que o abono for zerado. Caberá ao Banco Central fazer os ajustes necessários à mudança de expectativa de vida do abono (em função da carga tributária) e às flutuações na quantidade de dólares em seu cofre devidas às importações, exportações e amortizações da dívida externa herdada do sistema atual. MECANISMOS
COMPRA DE
DÓLARES (para importações) Tal como hoje, a pessoa
(física ou jurídica) paga ao Banco Central (ou à casa de câmbio credenciada) um
valor em reais igual ao número de dólares desejado multiplicado pela cotação
oficial. A diferença é que os reais são recolhidos (saem de circulação). VENDA DE
DÓLARES (decorrente de exportações) Tal como hoje, a pessoa
(física ou jurídica) entrega os dólares ao Banco Central (ou à casa de câmbio
credenciada). Diferentemente de hoje, o Banco Central "emite" e
deposita na c/c REX da pessoa uma quantia em reais igual à quantidade de
dólares multiplicada pela cotação oficial. Procedendo desta maneira a
cotação não é alterada – não importa qual o volume de dólares comprado ou
vendido. Se o país exporta mais do que importa, aumenta o meio circulante em
reais (a sociedade fica mais rica); o contrário acontece quando as
importações excedem as exportações. Não parece haver necessidade de controlar
o envio de royalties para o
exterior. Afinal de contas, o capital estrangeiro que aportar torna-se sócio
do Povo Brasileiro e tem direito à repatriação (com a gordura adquirida). Os dólares que transitarem
pelo espaço brasileiro sem serem convertidos em reais podem receber o mesmo
tratamento dado a outros pedaços de papel e lascas metálicas. Quando convier, o Banco
Central pode abster-se de entregar ao interessado os dólares físicos (seria
feita transferência bancária entre países). Isto restringiria a circulação da
moeda estrangeira no mercado interno, facilitando a repressão a crimes
internacionais. PERDA DE
DÓLARES Situações em que dólares
podem ser perdidos: amortizações da dívida externa, doações a outros países,
assaltos ao Banco Central, etc. Pode ser processada de
duas maneiras (que não são mutuamente excludentes): ● Ninguém se
responsabiliza pela redução do estoque do Banco Central. Consequentemente não
há variação no meio circulante. Para que fique tudo conforme, ajusta-se o
valor da cotação. ● A Sociedade assume o ônus, que é incluído no Imposto Federal. O meio circulante é reduzido e a cotação permanece inalterada. MERCADO PARALELO
O primeiro princípio acima definido especifica que os dólares estocados no Banco Central pertencem ao Povo Brasileiro. Mas, e quem tiver dólares embaixo do colchão, em cofres de aluguel ou na cueca? Do ponto de vista do Povo (e do Governo) trata-se de papel comum, que pode ser negociado livremente (sua existência não influi no cálculo das cotações ideal e oficial). Somente quando trocados por reais através do Banco Central tornam-se moeda utilizável em transações internacionais (Obs.). SITUAÇÃO DE PÂNICO (o último a sair apaga a luz)
Supondo
que ocorra o improvável evento de todos decidirem abandonar o país,
como proceder? Há duas situações: 1
– Abono zerado (estado permanente): a cotação oficial é igual à cotação
ideal, logo existem dólares para todos, e não há problema. 2 – Abono ainda não zerado (fase de transição): a cotação oficial é menor que a cotação ideal, logo faltarão dólares. A sugestão é agir como se estivéssemos na situação anterior para os (n – 1) primeiros dólares a serem vendidos. Quem quiser comprar o último dólar deverá comparecer com todo o meio circulante remanescente. É um procedimento exequível e que tende a acalmar o mercado. Se o Banco Central acionar o botão de pânico (vai faltar dólar!) antes de atingir o último, estará provocando variação brusca da cotação, o que queremos evitar. BENEFÍCIOS DA PROPOSTA
● Não ocorrerão
mais oscilações na cotação. ● As empresas importadoras e exportadoras poderão
planejar, com segurança, seus investimentos e negócios. ● A Sociedade não terá mais prejuízos financeiros decorrentes
de intervenções do Banco Central no mercado de câmbio. ● O país ficará blindado contra crises externas
decorrentes da valorização ou desvalorização de moedas estrangeiras. ● O Brasil deixará de ser um paraíso para jogadores
do mercado de títulos e valores. ● O Brasil preservará sua soberania financeira. ● Deixará de existir o crime de “evasão de divisas”. TEMAS PARA REFLEXÃO
Há quem não concorde com a ideia de estabilizar a
cotação do dólar, porque esta é uma variável chave da economia, assim como a
taxa de juros. Estas pessoas estão de tal forma condicionadas ao
funcionamento da economia vigente que não imaginam como pode ser uma Nova
Ordem Econômica.
Em primeiro lugar, acima da otimização das variáveis
chave, os governantes deveriam estar interessados no Bem-Estar da população.
E, como mostramos no início desta página, as variações do câmbio provocam
prejuízos, demissões, falências e tensão social.
Além disso, a Nova Ordem Econômica terá suas variáveis chave e seus mecanismos de controle (os Níveis de Sobrevivência e Abastança, por exemplo). E não há vantagem alguma em manter a cotação do dólar flutuante. |