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01. Página
Inicial
02.
Sumário 03.
Problemas 05.
[A
Reforma Social] 06.
A Reforma Fiscal 07.
Transição do Sistema Atual para REX 08.
Detalhes do REX 09.
O Câmbio 11.
Reforma da Saúde 14.
Reforma Política 18.
Implantação 19. Desdobramentos 21. Artigos 22. Campanha 23. Contato |
A REFORMA SOCIAL (Versão 7/6/2011 16:24) PRÉ-REQUISITO Para bem compreender como
funcionará a erradicação da miséria, é preciso familiarizar-se com a Reforma
Monetária. Se você já cumpriu este pré-requisito, pode pular para o parágrafo
INTRODUÇÃO mais abaixo. Se não, continue lendo. Segue-se um breve resumo dos
pontos essenciais. Reforma MonetáriaÉ a ideia mãe de toda a Proposta
Brasil Zero km. Substitui o dinheiro vivo por um Registro Eletrônico de
Transações (o REX). Cada pessoa (física ou jurídica) terá uma conta-corrente
(a c/c REX) onde guardará seu dinheiro virtual. A conta poderá ser
movimentada através de cheques, cartões, Internet, telefones, etc. INTRODUÇÃO
Durante o governo FHC
discutiu-se amplamente qual a melhor forma de combater a pobreza extrema
(também chamada miséria). Uns defendiam a
distribuição de alimentos, outros a melhoria da educação, muitos eram
simplesmente contra todas as propostas. E concluiu-se que melhor mesmo seria
a distribuição de dinheiro, apesar das dúvidas quanto à capacidade dos pobres
em gerenciar pequenas quantias. Mas o Governo é que tem tido muita
dificuldade em administrar as grandes quantias destinadas a mitigar o
sofrimento dos mais necessitados. Foi preciso que órgãos de imprensa
investigassem e divulgassem irregularidades tais como inscrição nos programas
assistenciais de pessoas que possuiam imóveis, veículos e negócios, desvio de
dinheiro por prefeituras, cobrança indevida de taxas por funcionários
municipais, etc. Embora fatos como estes tenham desaparecido do noticiário,
há uma situação realmente difícil de administrar: as pessoas de pouca
instrução não têm renda estável. Em um mês passam fome, em outro nem tanto.
Como gerenciar estas flutuações? A Reforma Social resolve todo os
problemas do Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome. PROPOSTA
Nível de
Sobrevivência – quantia suficiente
para uma pessoa sobreviver com dignidade. Para fins de raciocínio usaremos R$ 500,00 (mas pode ser ajustado para atender a
recém-nascidos, adultos saudáveis, portadores de necessidades especiais...). Nível de Abastança – quantia muito elevada em relação ao Nível de
Sobrevivência (usaremos R$ 1.000.000,00). Estes dois valores são ajustáveis
conforme circunstâncias específicas – clique aqui
para ver detalhes. b) Dividir as contas-correntes em três categorias,
conforme o saldo médio no REX: A – saldo maior que o Nível
de Abastança (tipicamente grandes empresas, bancos… quem mais deixaria
R$ 1 milhão parado em c/c?). B – saldo maior que o
Nível de Sobrevivência e menor que o Nível de Abastança (tipicamente empregados,
autônomos, profissionais liberais, pequenas empresas…). C – saldo menor que o
Nível de Sobrevivência (tipicamente crianças, jovens ainda não produtivos,
mães de família, desempregados, acidentados, ex-presidiários, incapazes,
idosos…). c) Através de uma Contribuição
Social descontada das contas A, assegurar
que as contas C disponham, mensalmente, do
valor estabelecido para Nível de Sobrevivência. Como será mostrado na Transição do Sistema Atual para REX, isto não
custará nada a ninguém. É o grande "ovo de Colombo" da PBZk. BENEFÍCIOS DA REFORMA SOCIAL
● Erradica definitivamente a miséria. ● Torna obsoleto o conceito
de desemprego – clique aqui
para ver detalhes. ● Evita que pessoas sejam forçadas pela necessidade a
ingressar em atividades ilícitas ou degradantes. ● Permite diminuir drasticamente o tamanho do INSS –
que passaria a cuidar apenas de casos especiais (incapazes que necessitem de
cuidados extraordinários). Veja também A Reforma
Previdenciária. ● Permite diminuir muito o tamanho do Ministério da
Saúde – que cuidaria apenas de saúde coletiva em geral (saneamento básico,
água tratada, vacinações e controle de epidemias…). Veja também A Reforma da Saúde. ● Permite diminuir drasticamente o tamanho tanto do
Ministério do Trabalho quanto da Justiça do Trabalho. ● Permite extinguir o Ministério do Desenvolvimento
Social e Combate à Fome. ● Aumenta a produtividade (pessoas que encontram
satisfação no trabalho produzem mais e adoecem menos). TEMAS
PARA REFLEXÃO
FIM DO DESEMPREGOConforme definido na lista de Problemas que Afligem o Brasil, "emprego é o
trabalho que se executa para garantir a sobrevivência da família".
Poucas pessoas conseguem trabalho remunerado na atividade que melhor se
ajusta a seus talentos. Milhões de pessoas, principalmente por falta de
qualificação adequada, vivem o pesadelo do desemprego. Por mais que governos
se esforcem para reduzir a taxa de desemprego, jamais conseguirão zerá-la.
Não existe fórmula que permita gerar tantos empregos quantos necessários ao
crescimento da população, até porque isso depende, fundamentalmente, do nível
de "aquecimento" da economia – tanto interna quanto mundial. Além
disso, convém à lógica do capitalismo selvagem que haja mão-de-obra ociosa:
isso força os salários para baixo e aumenta os lucros. O melhor que governos podem fazer
é distribuir cargos no funcionalismo público. Não é por outro motivo que o
maior empregador do Brasil é o Governo (nas três esferas: federal, estadual e
municipal). A adoção do Nível de Sobrevivência
individual permitirá reduzir os gastos com funcionalismo público – sem
prejuízo para os atuais servidores. TRABALHO É MELHOR QUE ESMOLAHá quem não se conforme com o fato
de pessoas serem mantidas pela Sociedade, sem precisar “trabalhar”. Este é um
ponto da maior importância. Se – como é feito hoje – exigirmos
que todos tenham "emprego com carteira assinada", obrigamo-nos
moralmente a produzir empregos formais para todos. Vimos na reflexão anterior
que isso é impraticável, agora vamos aos detalhes. Se os empregos devem ser
produzidos na iniciativa privada, como obrigar empresários a aceitar qualquer
tipo de pessoa – e não apenas os experientes, do gênero preferido, faixa
etária escolhida, grupo étnico adequado, que morem perto, sem defeitos
físicos ou mentais, com "boa aparência"… não dá. Se parte dos empregos podem ser
produzidos no Governo, teremos que contratar os candidatos recusados pela
iniciativa privada, e pagar-lhes salário para executar funções (muitas vezes
desnecessárias) para as quais não têm talento. Como não fazemos isso hoje,
eles são recrutados para a prática de crimes; acabam presos e gastamos bem
mais do que R$ 500,00 para mantê-los atrás de grades. Será que a
diferença da "esmola" proposta para o "emprego" atual é
tão grande assim? E como resolver o caso das mães que não têm com quem deixar
os filhos? E quem garante que uma carteira assinada ou contrato de trabalho
significa que a pessoa, de fato, trabalha? Tudo bem, os críticos dispensam a
"carteira assinada" – mas todos ainda têm que comprovar algum tipo
de trabalho para ter direito a viver com dignidade.
Soa mal, não é? Mas vamos aceitar a exigência para fins de raciocínio e
vejamos as consequências: ● Quanto trabalho seria exigido de cada cidadão? ● Que tipos de
trabalho seriam aceitáveis? Físico? Mental? Psicológico? Espiritual?
Autônomo? Voluntário? Artístico? Informal? Religioso? ● Como medir
trabalho intelectual (artístico, científico…)? ● Vale o trabalho feito em casa? Vale usar a Internet? O
telefone? ● A mulher dedicada a cuidar dos filhos (ou de parente doente)
deve ser considerada ociosa? ● Mães solteiras, viúvas, separadas, abandonadas, devem ser
consideradas ociosas? ● Mães de família (que optam por cuidar do marido e filhos em vez
de seguir uma carreira profissional)? ● Quem decidirá se
a pessoa está ou não cumprindo a exigência legal de “trabalhar”? ● Será que vale a pena criar e manter uma estrutura de peritos e
fiscais só para decidir quem pode e quem não deve ser beneficiado? ● Se guarda-vidas é um trabalho digno, por que surfista não será?
O surfista passa mais tempo no mar e faz mais exercício físico. Tá bom, o
surfista (ainda) não é profissional. Mas e os ginastas olímpicos? Também não
são profissionais e dependem de patrocínio. ● E estudantes? Ser-lhes-á exigido aproveitamento escolar? ● Como medir o aproveitamento de alunos das escolinhas de
futebol? Sim, eles estão-se preparando para exercer uma profissão! ● No caso de demissão ou falência do empregador, por quanto tempo
receberá o benefício? ● Lavradores vítimas de secas, pragas e inundações? ● Pessoas que tiveram suas casas e pertences destruídos em
enxurradas? ● Pescadores impedidos de exercer seu ofício no período de defeso
ou quando há contaminação das águas? ● Trabalhadores ocasionais (biscateiros)? ● Terá sido
“inútil” e "ociosa" uma existência que produza ao seu término uma
única descoberta de importância vital para a espécie humana? Se você ainda pertence ao grupo
dos que acham que não se deve dar dinheiro a quem não trabalha, provavelmente
tem emprego ou atividade remunerada que lhe permite ganhar honradamente o pão
de cada dia. Mas o que diria se seu ramo de negócio tornar-se ultrapassado,
se suas máquinas forem destruídas por enchente e você ficar repentinamente
sem renda? Como sobreviverá até adquirir nova qualificação ou mudar de
atividade? Pimenta nos olhos dos outros é refresco... Cá entre nós, acho mais agradável
conviver com vagabundos felizes na praia do que enfrentar pessoas famintas e
desesperançadas portando armas de grande poder de fogo… A maioria dos brasileiros vota contra o aborto feito por motivo fútil. Somos todos contra a execução de pessoas inocentes (assassinato). Colocamo-nos, inequivocamente, a favor da vida. Não é cruel – e incoerente – manter pessoas vivas apenas para vê-las sofrer com falta de alimentação, vestuário, habitação, saúde e escola? Especialmente se isso não nos custaria nada? E se fosse você que estivesse desempregado e/ou doente com uma família para sustentar? UM POUCO DE HISTÓRIA
A humanidade tem atravessado
ciclos sócio-econômicos batizados com “ismos”, como mercantilismo, metalismo,
absolutismo, liberalismo, monetarismo, etc. O século XX foi marcado pelo
confronto entre capitalismo e comunismo. No comunismo cabe ao governo
decidir o que será produzido, de acordo com as necessidades da população e,
por consequência, determinar o que compete a cada cidadão fazer e qual a sua
remuneração. Teoricamente perfeito, este sistema falhou por não considerar os
anseios individuais, sufocados – na prática – pelo interesse maior dos
dirigentes partidários. No capitalismo cabe a quem tem
dinheiro (capital) decidir o que será produzido, de acordo com o lucro que
possa obter. A excessiva e inevitável concentração da riqueza é a grande
falha do sistema capitalista. Quanto mais dinheiro se tem, mais dinheiro se
ganha – e esse dinheiro sai do bolso de quem tem menos. As pessoas não se dão
conta do fato que a quantidade de dinheiro em circulação pode ser muito
grande, mas é limitada. Com o passar do tempo formam-se multidões de
miseráveis cujo desespero ameaça o bem-estar de todos (e não apenas dos
ricos). Com a adoção do REX e
do Nível de Sobrevivência originamos um novo sistema sócio-econômico. Nele,
os direitos de propriedade são integralmente respeitados e os preços são
estabelecidos pelo mercado – como no capitalismo selvagem. Porém restitui-se
ao ser humano a dignidade e a liberdade perdidas quando da adoção do
capitalismo. |